{"id":40216,"date":"2019-02-13T19:32:12","date_gmt":"2019-02-13T19:32:12","guid":{"rendered":"http:\/\/wbproducoes.com\/?p=40216"},"modified":"2019-09-24T20:39:47","modified_gmt":"2019-09-24T20:39:47","slug":"gota-dagua-seco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wbproducoes.com\/en\/gota-dagua-seco\/","title":{"rendered":"Gota D&#8217;\u00c1gua [a seco]"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Nova vers\u00e3o do cl\u00e1ssico de Chico Buarque e Paulo Pontes, <em>Gota d\u2019\u00c1gua [a seco]<\/em>, chega a Vit\u00f3ria para 3 \u00fanicas apresenta\u00e7\u00f5es, <u>com patroc\u00ednio exclusivo da BB Seguros.<\/u> Dias 22, 23 e 24 de mar\u00e7o, no Teatro Universit\u00e1rio da UFES. No elenco, Laila Garin e Alejandro Claveaux<\/strong><\/p>\n<p><em>Com apenas dois atores em cena e outras can\u00e7\u00f5es em seu roteiro,<br \/>\nadapta\u00e7\u00e3o de Rafael Gomes tem dire\u00e7\u00e3o musical de Pedro Lu\u00eds<\/em><\/p>\n<p>VENCEDOR DO<strong> PR\u00caMIO CESGRANRIO: <\/strong>Melhor Atriz em Musical \u2013 Laila Garin.<\/p>\n<p>VENCEDOR DO <strong>PR\u00caMIO BIBI FERREIRA<\/strong>: Melhor Atriz em musical \u2013 Laila Garin e Melhor Desenho de Luz \u2013 Wagner Ant\u00f4nio<\/p>\n<p>VENCEDOR DO<strong> PR\u00caMIO CENYM: <\/strong>Melhor Trilha Sonora Original ou Adaptada &#8211;\u00a0 Pedro Luis e Melhor Can\u00e7\u00e3o Original ou Adaptada &#8211;\u00a0 C\u00e1lice, por Laila Garin (voz) e Pedro Lu\u00eds (arranjos).<\/p>\n<p>VENCEDOR DO PR\u00caMIO<strong> ARTE QUALIDADE BRASIL: <\/strong>Melhor atriz em Musical \u2013 Laila Garin<\/p>\n<p>VENCEDOR DO<strong> PR\u00caMIO MUSICAL CAST: <\/strong>Melhor Musical Brasileiro, Melhor Dire\u00e7\u00e3o \u2013 Rafael Gomes e Melhor Atriz \u2013 Laila Garin.<\/p>\n<p>VENCEDOR DO <strong>PR\u00caMIO REVER\u00caNCIA <\/strong>\u2013 Melhor Atriz em musical \u2013 Laila Garin<\/p>\n<p>VENCEDOR DO <strong>PR\u00caMIO APLAUSO BRASIL<\/strong>: Melhor Atriz \u2013 Laila Garin, Melhor Ilumina\u00e7\u00e3o \u2013 Wagner Ant\u00f4nio e Melhor Arquitetura C\u00eanica \u2013 Andr\u00e9 Cortez<\/p>\n<p>************************************<\/p>\n<p>Em dezembro de 1975, Bibi Ferreira subia ao palco do Teatro Tereza Rachel (Rio de Janeiro) para estrear <em>Gota D\u2019\u00c1gua<\/em>, transposi\u00e7\u00e3o da trag\u00e9dia grega Medeia, de Eur\u00edpedes, para a realidade de um conjunto habitacional do sub\u00farbio carioca. Com um arrojado texto em versos de <strong>Chico Buarque<\/strong> e <strong>Paulo Pontes<\/strong> e can\u00e7\u00f5es como <em>Basta um Dia<\/em>, o espet\u00e1culo marcou \u00e9poca e se tornou um cl\u00e1ssico moderno do Teatro Brasileiro.<\/p>\n<p>Mais de quatro d\u00e9cadas depois, a hist\u00f3ria voltou \u00e0 cena com uma adapta\u00e7\u00e3o absolutamente in\u00e9dita do diretor <strong>Rafael Gomes<\/strong>. Batizada de <strong><em>Gota D\u2019\u00c1gua [a seco]<\/em><\/strong><em>,<\/em> a nova vers\u00e3o estreou no Rio de Janeiro em maio de 2016. O espet\u00e1culo chega a Vit\u00f3ria dias 22, 23 e 24 de mar\u00e7o, no Teatro UFES. No palco, <strong>Laila Garin<\/strong> e <strong>Alejandro Claveaux<\/strong> s\u00e3o acompanhados por cinco m\u00fasicos sob a dire\u00e7\u00e3o musical de <strong>Pedro Lu\u00eds<\/strong>.<\/p>\n<p>Como \u2018a seco\u2019 do t\u00edtulo j\u00e1 indica, a montagem busca chegar \u00e0 ess\u00eancia da hist\u00f3ria, atrav\u00e9s dos embates entre os protagonistas, <strong>Joana e Jas\u00e3o<\/strong>, ainda que outros personagens do original tamb\u00e9m apare\u00e7am na adapta\u00e7\u00e3o. Mesmo com parte da trama sociopol\u00edtica reduzida na vers\u00e3o, Rafael Gomes reitera que a sua leitura da pe\u00e7a \u00e9 focada em sua natureza pol\u00edtica, cruelmente atual.<\/p>\n<p>\u201cA <em>Gota D\u2019\u00c1gua<\/em> original possui uma trama pol\u00edtica bastante latente em seu embate entre opressores e oprimidos. Ao concentrar a hist\u00f3ria em Joana e Jas\u00e3o, em suas ideologias, a\u00e7\u00f5es e sentimentos, eu gostaria ainda assim de falar sobre essa pol\u00edtica mais essencial da vida, do dia a dia, essa que a maioria das pessoas sublima, esquece ou finge que n\u00e3o \u00e9 com elas, achando que ser pol\u00edtico \u00e9 somente saber apontar o dedo para o advers\u00e1rio e se manifestar eventualmente por aquilo que interessa, de forma um tanto o quanto individualista\u201d, afirma o diretor, que manteve toda a estrutura formal da pe\u00e7a e inseriu novas can\u00e7\u00f5es e pequenas cita\u00e7\u00f5es de letras de Chico Buarque em algumas passagens do texto.<\/p>\n<p><em>Gota D\u2019\u00c1gua [a seco]<\/em> \u00e9 o primeiro espet\u00e1culo que Rafael Gomes dirigiu fora de sua companhia, a Emp\u00f3rio de Teatro Sortido, de onde trouxe alguns colaboradores para esta montagem, como o cen\u00f3grafo Andr\u00e9 Cortez (Pr\u00eamio Shell por <em>Um Bonde Chamado Desejo<\/em>, 2015) e o iluminador Wagner Ant\u00f4nio. Rafael foi convidado pela produtora Andr\u00e9a Alves<strong>, <\/strong>da Sarau Ag\u00eancia, e por Laila Garin para embarcar no projeto.<\/p>\n<p>Estrela de <em>Elis \u2013 A Musical<\/em>, Laila experimenta agora um novo desafio em cena: al\u00e9m de interpretar a m\u00edtica personagem eternizada por Bibi Ferreira, d\u00e1 voz a m\u00fasicas que n\u00e3o faziam parte da pe\u00e7a original, como <em>Eu Te Amo<\/em>, <em>Baioque<\/em> e <em>C\u00e1lice<\/em>. Revelado no projeto <em>Clandestinos<\/em>, Alejandro Claveaux interpreta o personagem que j\u00e1 foi de Roberto Bonfim e Francisco Milani (na temporada paulistana, em 1977).<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo tem patroc\u00ednio exclusivo da BB Seguros. \u201cAcreditamos que a cultura proporciona muito mais do que momentos de lazer e entretenimento. Por meio das Leis de Incentivo Fiscal, apoiamos e patrocinamos iniciativas culturais, viabilizando a realiza\u00e7\u00e3o de importantes espet\u00e1culos em cartaz no Pa\u00eds\u201d, afirma Fernando Barbosa, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.<\/p>\n<p>Desde 2012, os projetos incentivados pela companhia j\u00e1 impactaram 20 milh\u00f5es de pessoas. \u201cEncaramos esses apoios como uma maneira \u00edmpar de promover o conhecimento, criando uma sociedade mais desenvolvida e que se apropria de sua hist\u00f3ria\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma trag\u00e9dia carioca, embates universais<\/strong><\/p>\n<p>Chico Buarque e Paulo Pontes come\u00e7aram a trabalhar no texto original a partir de uma transposi\u00e7\u00e3o que Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) havia feito para a televis\u00e3o. A feiticeira Medeia virou Joana, moradora do conjunto habitacional Vila do Meio-Dia, m\u00e3e de dois filhos, frutos de seu casamento com Jas\u00e3o, alguns anos mais novo do que ela. Compositor popular, Jas\u00e3o \u00e9 cooptado pelo empres\u00e1rio Creonte, que o ajuda a fazer sucesso, e termina por largar Joana para se casar com a filha do milion\u00e1rio. A trama passional \u2013 que culmina na vingan\u00e7a de Joana \u2013 \u00a0tem como pano de fundo as injusti\u00e7as sociais pelas quais os moradores do local passam, v\u00edtimas da explora\u00e7\u00e3o de Creonte, todo-poderoso da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Por conta deste ac\u00famulo de tens\u00f5es, Rafael Gomes elegeu o embate como o conceito central de sua montagem. N\u00e3o somente o embate amoroso, que est\u00e1 no cerne da trama do casal, mas tamb\u00e9m o social, em um sentido mais amplo, e, principalmente, o \u00edntimo. \u201cS\u00e3o as batalhas internas a que as circunst\u00e2ncias externas nos sujeitam. Jas\u00e3o no conflito entre o que est\u00e1 ganhando e o que est\u00e1 deixando para tr\u00e1s, assim como Joana na decis\u00e3o entre ir \u00e0s \u00faltimas consequ\u00eancias para se vingar ou simplesmente seguir vivendo \u2013 o embate entre o humano e o divino, o terreno e o espiritual\u2019, conclui o diretor.<\/p>\n<p>Com esta nova e enxuta adapta\u00e7\u00e3o, as m\u00fasicas que n\u00e3o estavam no original entram justamente para servir \u00e0 dramaturgia, ao contar partes da hist\u00f3ria, revelar melhor o car\u00e1ter e as contradi\u00e7\u00f5es das personagens, al\u00e9m de amplificar alguns contextos e situa\u00e7\u00f5es que precisaram ser sumarizados. A entrada de Pedro Lu\u00eds na dire\u00e7\u00e3o musical vem ao encontro da vontade de n\u00e3o fazer necessariamente um musical tradicional. \u201c\u00c9 um arejamento, um olhar diferente. Pedro fez com as can\u00e7\u00f5es, todas j\u00e1 t\u00e3o conhecidas e consagradas, o que eu pretendo fazer com a dramaturgia: dar uma nova dimens\u00e3o, jogar uma luz por um lado que n\u00e3o estamos acostumados a ver. Isso n\u00e3o implica em uma ambi\u00e7\u00e3o de \u2018melhorar\u2019 nada, apenas de tentar pensar e criar por um caminho menos \u00f3bvio\u201d, ressalta Rafael.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>M\u00fasica, letra e teatro<\/strong><\/p>\n<p>Laila Garin sempre teve a carreira teatral atravessada pela m\u00fasica, seja em shows paralelos ou na s\u00e9rie de espet\u00e1culos musicais que protagonizou recentemente. Ap\u00f3s ter iniciado a vida art\u00edstica em Salvador, sua cidade natal, ela se mudou para S\u00e3o Paulo e trabalhou com Luiz Carlos Vasconcelos, a Cia. Piolim, antes de ficar por sete anos na Casa Laborat\u00f3rio, dirigida por Cac\u00e1 Carvalho e a Fondazione Pontedera. Ap\u00f3s o per\u00edodo na capital paulista, fixou resid\u00eancia no Rio de Janeiro, onde estrelou <em>Eu Te Amo Mesmo Assim<\/em> (2010), musical supervisionado por Jo\u00e3o Falc\u00e3o, diretor de <em>Gonzag\u00e3o \u2013 A Lenda<\/em> (2012), do qual Laila fez parte por algumas temporadas.<\/p>\n<p>A sua recria\u00e7\u00e3o do mito Elis Regina em <em>Elis \u2013 A Musical<\/em> (2013) provocou um verdadeiro fen\u00f4meno teatral de p\u00fablico e cr\u00edtica, coroado com todos os principais pr\u00eamios de atua\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds: APCA, APTR, Bibi Ferreira, Cesgranrio, Quem, Rever\u00eancia e Shell. No \u00faltimo ano, ainda esteve em <em>O Beijo no Asfalto<\/em>, vers\u00e3o musical de Claudio Lins para o cl\u00e1ssico de Nelson Rodrigues, e estreou na TV na novela <em>Babil\u00f4nia<\/em>, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e Jo\u00e3o Ximenes Braga.<\/p>\n<p>Andr\u00e9a Alves abra\u00e7ou a empreitada de revitalizar a trag\u00e9dia e as can\u00e7\u00f5es de <em>Gota D\u2019\u00c1gua<\/em> ap\u00f3s produzir a recente montagem de <em>\u00d3pera do Malandro<\/em>, em cartaz por quase dois anos com enorme sucesso popular. \u00c0 frente da Sarau Ag\u00eancia desde a sua funda\u00e7\u00e3o, em 1992, tamb\u00e9m \u00e9 a respons\u00e1vel pelo Festival Villa-Lobos e os musicais <em>Grande Otelo \u2013 Eta Moleque Bamba!,<\/em> <em>Gonzag\u00e3o \u2013 A Lenda<\/em> e <em>Au\u00ea<\/em>, nova cria\u00e7\u00e3o da Cia. Barca dos Cora\u00e7\u00f5es Partidos.<\/p>\n<p>Da mesma forma, a m\u00fasica sempre foi um elemento determinante no teatro de Rafael Gomes. Seu texto de estreia, <em>M\u00fasica Para Cortar os Pulsos<\/em> (pr\u00eamio APCA de Melhor Pe\u00e7a Jovem, 2010), era estruturado a partir de cita\u00e7\u00f5es musicais e trechos de letras, enquanto nos espet\u00e1culos seguintes a trilha sonora sempre exerceu um relevante di\u00e1logo com a dramaturgia, caso de <em>Gotas D\u2019\u00c1gua Sobre Pedras Escaldantes<\/em> (2014) e <em>Um Bonde Chamado Desejo<\/em> (2015), que acaba de lhe render o Pr\u00eamio Shell de Melhor Dire\u00e7\u00e3o. Ele considera <em>Gota D\u2019\u00c1gua [a seco]<\/em> o seu primeiro musical, embora prefira pensar na montagem como uma \u201cpe\u00e7a com m\u00fasica\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuando Andr\u00e9a e Laila me convidaram para este trabalho, para al\u00e9m de todo deleite imediato que seria trabalhar com ambas, a \u2018quest\u00e3o Chico Buarque\u2019 tamb\u00e9m calou fundo. N\u00e3o s\u00f3 pelos motivos \u00f3bvios, de Chico ser esse artista gigante, mas porque minha trajet\u00f3ria no teatro est\u00e1 carimbada pela obra dele. A primeira pe\u00e7a que fiz na vida foi como assistente de dire\u00e7\u00e3o e dramaturgista de <em>Calabar<\/em>, em 2008, numa montagem dirigida por Heron Coelho. E j\u00e1 dirigi uma releitura de <em>Cambaio<\/em>, que chamamos tamb\u00e9m de <em>Cambaio [a seco],<\/em> em car\u00e1ter de evento, com apenas sete apresenta\u00e7\u00f5es\u201d, conta Rafael, que sempre foi admirador de musicais, \u201cde Brecht a Sondheim, passando pelos filmes da Disney e Bob Fosse. Espero que este seja o primeiro de v\u00e1rios\u201d, ressalta.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ficha t\u00e9cnica:<\/strong><\/p>\n<p><strong>GOTA D\u2019\u00c1GUA [A SECO]<\/strong> &#8211; <strong>De<\/strong> Chico Buarque e Paulo Pontes. <strong>Adapta\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00e3o<\/strong>: Rafael Gomes. <strong>Com<\/strong> Laila Garin e Alejandro Claveaux. <strong>Dire\u00e7\u00e3o Musical<\/strong>: Pedro Lu\u00eds. <strong>Cenografia<\/strong>: Andr\u00e9 Cortez. <strong>Ilumina\u00e7\u00e3o<\/strong>: Wagner Ant\u00f4nio. <strong>Figurinos<\/strong>: Kika Lopes. <strong>Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Andr\u00e9a Alves. <strong>Diretor assistente e dire\u00e7\u00e3o de movimento<\/strong>: Fabr\u00edcio Licursi. <strong>Design de som<\/strong>: Gabriel D\u2019angelo. <strong>Prepara\u00e7\u00e3o e arranjos vocais<\/strong>: Marcelo Rodolfo e Adriana Piccolo. <strong>Assistente de dire\u00e7\u00e3o musical<\/strong>: Ant\u00f4nia Adnet. <strong>Assistente de cenografia<\/strong>: Rodrigo Abreu. <strong>Coordena\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>: Leila Maria Moreno e Vivi Borges.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>GOTA D`\u00c1GUA [A SECO]<\/strong><\/p>\n<p><strong>Datas:<\/strong> 22\/03 (sexta) \u00e0s 20h, 23\/03 (s\u00e1bado) \u00e0s 20h e 24\/03 (domingo) \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong> Teatro Universit\u00e1rio &#8211; UFES<br \/>\nAv. Fernando Ferrari, 514 \u2013 Goiabeiras.<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong>: 14 anos.<\/p>\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: 100 minutos.<\/p>\n<p><strong>G\u00eanero<\/strong>: Musical.<\/p>\n<p><strong>Ingressos<\/strong>: Plateia Setor A \u2013 R$80,00 (inteira) \/ R$40,00 (meia-entrada) | Plateia setor B \u2013 R$70,00 (inteira) \/ R$35,00 (meia-entrada) | Mezanino \u2013 R$50,00 (inteira) \/ R$25,00 (meia-entrada)<\/p>\n<p><strong>Lota\u00e7\u00e3o<\/strong>: 615 lugares<\/p>\n<p><strong>Vendas: <\/strong><strong>Bilheteria do Teatro ( de 15h \u00e0s 20h) ou no site tudus.com.br<\/strong><\/p>\n<p><strong>Inf: (27)3029-2765\/ wbproducoes.com<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Este projeto possui patroc\u00ednio exclusivo da BB Seguros e ser\u00e1 apresentado nas cidades de Bras\u00edlia, Goi\u00e2nia, Curitiba, Uberl\u00e2ndia, Vit\u00f3ria e Florian\u00f3polis. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Nova vers\u00e3o do cl\u00e1ssico de Chico Buarque e Paulo Pontes, Gota d\u2019\u00c1gua [a seco], chega a Vit\u00f3ria para 3 \u00fanicas apresenta\u00e7\u00f5es, com patroc\u00ednio exclusivo da BB Seguros. 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