TRÊS MULHERES ALTAS

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Sinopse

Ministério do Turismo e Bradesco Seguros apresentam:

Clássico de Edward Albee, ‘Três Mulheres Altas’ ganha nova
montagem com Suely Franco, Deborah Evelyn e Nathalia Dill

Dirigido por Fernando Philbert, espetáculo – que rendeu o Prêmio Pulitzer ao autor – traz comédia mordaz que reflete sobre a passagem do tempo através do acerto de contas entre três gerações

TRÊS MULHERES ALTAS – Estreia 26 de agosto – Teatro Copacabana Palace

Escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90, ‘Três Mulheres Altas’ logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor –, a peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice. A partir de 26 de agosto, uma nova versão da peça estreia no Teatro Copacabana Palace, com Suely Franco, Deborah Evelyn e Nathalia Dill, direção de Fernando Philbert, tradução de Gustavo Pinheiro e realização da WB Produções, de Bruna Dornellas e Wesley Telles.

O espetáculo é apresentado por Bradesco Seguros e tem patrocínio da Renner, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C. A mais velha (Suely Franco), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Deborah Evelyn), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia. A mais jovem, C (Nathalia Dill), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas.

Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento. ‘O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta. Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos’, analisa o diretor Fernando Philbert.

A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994. Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça. Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos diálogos e comprovam a extrema atualidade do texto de Albee.

A estreia marca ainda os 15 anos da WB Produções, de Bruna Dornellas e Wesley Telles, que celebram dez projetos próprios e mais de 500 espetáculos em que assumiram a coprodução em Vitória (ES), cidade em que a produtora foi fundada. Neste período, foram mais de 2000 sessões e a incrível média de um milhão de espectadores.

A trajetória de um clássico instantâneo

Escrita em 1991 e lançada em 1994, ‘Três Mulheres Altas’ representou uma virada na trajetória de Edward Albee, que recebeu as suas melhores críticas e viu renascer o interesse por sua obra. Aos 60 anos, ele ganhou o terceiro Prêmio Pulitzer, além de dois Tony Awards e uma série de outros troféus em premiações mundo afora.

A peça tem características autobiográficas e foi escrita pouquíssimo tempo depois da morte da mãe adotiva do autor, que teria inspirado a personagem mais velha. Após abandoná-la aos 18 anos, Albee voltou a ter contato com a mãe em seus últimos dias, quando já estava doente de Alzheimer. No entanto, alguns especialistas em sua obra defendem que a peça não pode ser reduzida a este fato.

‘Três Mulheres Altas’ vai além de ser um retrato de sua mãe. O texto traz o olhar mordaz e perverso – por que não dizer cômico – de Albee para a classe média alta americana e toda a sua hipocrisia, ao falar sobre status, sucesso, sexo e abordar a visão preconceituosa da sociedade e as relações que as três mulheres travam com o mundo, sempre atravessadas pelo filtro machista.

‘Três Mulheres Altas’ estreou na Broadway em 1994, no Vineyard Theatre, e no mesmo ano chegou ao West End, em Londres, no Wyndham’s Theatre, além de iniciar uma turnê pelos Estados Unidos com a montagem americana e render versões na Espanha (‘Tres mujeres altas’) e Portugal. Em 2018, o texto foi remontado na Broadway, com direção de Joe Mantello (‘Wicked’, ‘Take me out’, ‘Assassins’) e estrelado por Glenda Jackson, Laurie Metcalf e Alison Pill.

No Brasil, a peça foi dirigida por José Possi Neto, em 1995, e recebeu os prêmios APCA e Mambembe de Melhor Espetáculo.

Sobre Edward Albee

Edward Albee morreu em 2016 aos 88 anos e deixou um imenso legado para o teatro americano com suas 25 peças encenadas e publicadas. Autor de clássicos como ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?’, ‘Zoo Story’, ‘Equilíbrio Delicado’ e ‘Três Mulheres Altas’, ele recebeu três vezes o Prêmio Pulitzer. Seus textos são marcados por um olhar sarcástico e por uma crítica intensa às convenções e hipocrisias da sociedade tradicional.

Nascido em 1928, ele foi adotado por Reed e Frances Albee, um casal de milionários dono de uma cadeia de teatros na época. Ele cresceu em um bairro de classe média alta cercado dos tipos que iria retratar em seus espetáculos anos mais tarde. Em torno dos 20 anos, sai da casa dos pais definitivamente para viver em Nova York e inicia a sua produção literária.

Em 1957, ao escrever ‘The Zoo Story’, peça de um ato que ecoava o teatro de Samuel Beckett, Jean Genet e Harold Pinter, Albee encontra a consagração inicial de sua exitosa carreira teatral. Em 1962, estreia ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf’, que o levaria ao auge da fama.

Nos anos 90, ‘Três Mulheres Altas’ marca seu retorno ao centro das atenções do cenário teatral nesta que é talvez a mais pessoal e autobiográfica de suas peças.

“A estreia mundial de “Três Mulheres Altas” aconteceu no Teatro Inglês de Viena, Franz Schafranek, Produtor, junho de 1991.

A primeira produção americana foi da River Arts, Woodstock, Nova York, Lawrence Sacharow, diretor de teatro.

A peça teve sua estreia em Nova York no Vineyard Theatre. Elizabeth I. McCann, Jeffrey Ash, Daryl Roth em associação com Leavitt/Fox/Mages apresentaram a produção do Teatro Vineyard no setor Off-Broadway no Teattro Promenade em Nova York.

Serviço

De 26 de agosto a 23 de outubro*
Quintas, sextas e sábados, às 19h30 horas. Domingos, às 18h.

*não teremos apresentações nos dias 03 de setembro, 17 de setembro, 29 e 30 de setembro e 01 e 02 de outubro.

As sessões de domingo vão contar com intérprete de libras.

Teatro Copacabana Palace
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 261 – Copacabana- Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2548-7070

Ingressos a R$ 120,00 e R$ 60,00 (plateia)

R$ 50,00 e R$ 25,00 (balcão)

Compras via internet:

www.sympla.com.br

Vendas na bilheteria do Teatro: 2 horas antes de cada sessão – Quinta a domingo.

Acesso ao Balcão apenas por escada

Pessoas com mobilidade reduzida: Acesso apenas a plateia

Gênero: Comédia Dramática
Classificação Indicativa:12 anos
Duração: 100 minutos

Ficha Técnica

De Edward Albee

Direção: Fernando Philbert

Com Suely Franco, Deborah Evelyn e Nathalia Dill

Tradução: Gustavo Pinheiro

Direção de produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles

Participação especial: João Sena

Desenho De Luz: Vilmar Olos

Cenografia: Natália Lana

Trilha Sonora: Maíra Freitas

Figurino e Visagismo: Tiago Ribeiro

Assistência de Direção: Felipe Lima e João Sena

Produtor Executivo: Felipe Lima

Fotos: Pino Gomes

Criação da Arte: Nós Comunicação

Vídeos: Chamon Audiovisual

Assistente de interpretação: Gutenberg Rocha

Cenógrafa assistente: Marieta Spada

Assistente de cenografia: Malu Guimarães

Cenotécnico: André Salles e equipe

Costura de cenário: Nice Tramontin

Produção de arte: Natália Lana

Efeitos especiais: Mona Magalhães / Carlos Alberto Nunes

Costura: Ateliê das Meninas

Beleza: Cinthia Rocha

Peruqueira: Raquel Reis

Assistentes de beleza: Deborah Zisman e Blackjess

Operação Técnica de luz: Thayssa Carvalho

Operação Técnica de som: Bernardo Aragão

Diretor de palco: Helder Bezerra

Camareira: Silvia Regina.

Midias sociais: Thiago Barrack

Segurança do Trabalho: Global Risk Solutions

Coordenação Administrativa: Letícia Napole.

Gestão de Projetos: Deivid Andrade

Assessoria Jurídica: PMBM Advocacia

Assessoria Contábil: Leucimar Martins

Assessoria de Mídia: R+Marketing

Assessoria de Comunicação: Pedro Neves.

Apresentado Por: Ministério do Turismo e Bradesco Seguros

Patrocínio: Renner

Produtor associado: WB Entretenimento

Realização: WB Produções.

Rua Fortunato Ramos, 30, Edifício Cima Center, Sala 103
Praia do Canto – Vitória / ES – CEP 29056-020
Telefone Fixo: (27) 2142-5350 | WhatsApp: (27) 99293-7558

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